O que testamos
Cada IA passou pelos mesmos testes, feitos para ver onde ela falha.
Alucinação
Quando a IA afirma algo que não existe: um produto, um prazo, um pedido.
Ambiguidade
Quando o pedido tem mais de uma leitura e a IA precisa esclarecer antes de agir.
Contradição
Quando o cliente muda o que disse no meio da conversa e a IA precisa acompanhar.
Até 10 testes de cada tipo por conversa, 2.019 no total. Nota 2 para o tratamento correto, 1 para o parcial e 0 para a falha.
Quem passou
Entre todas as empresas analisadas, só 31 mostraram IA generativa de verdade.
Todas as 196 foram verificadas canal por canal: site, app, WhatsApp e telefone. Entraram na conta com ou sem IA no atendimento.
54 têm IA que conversa: entende o que o cliente escreve e responde. Em 23 delas é uma IA assistida, que só entende dentro do roteiro.
31 têm IA generativa: conversa como gente e resolve sem ajuda, mesmo fora do roteiro. As outras 142 não mostraram IA que conversa.
Das 54 com IA que conversa, 53 foram testadas por cliente oculto: 47 conversas de compra e 28 de suporte, com os mesmos testes.
196
grandes empresas analisadas, com ou sem IA
Como fizemos
Atendimentos reais, feitos como cliente.
Cliente oculto
Cada conversa foi feita como um cliente comum, sem avisar a empresa.
Compras e suporte
A mesma IA avaliada vendendo e resolvendo problema, inclusive na hora de passar para um humano.
Os canais do cliente
WhatsApp, app e site, e telefone onde a IA atende por voz.
9 blocos de análise
Cada bloco com visão geral e por setor, sem uma nota única que esconda as diferenças.
Pré-inscrição
Seja o primeiro a ver onde a IA do atendimento brasileiro acerta e onde ela falha.
O estudo completo sai em janeiro de 2027. Quem se inscreve agora recebe uma prévia dos dados e concorre a um par de convites para o evento de lançamento.